Amanha partirei.
Espero não deixar rasto. Não quero que ningém me encontre. Não quero ser reconhecida.
Estarei no meio de quem nunca vi ou conheci.
De certeza que me vai fazer bem. Necessito de descançar, de pensar, de por a cabeça no lugar. Clarificar ideias e sentimentos. Buscar a verdadeira felicidade que poderá não existir mas que eu mereco encontrar, tenho quase a certeza.
Chega de me prender a memórias, a situações passadas. Chega de pensar em ti. Quero ser independente e mudar o mundo ou apenas a minha vida, serve.
O jovem deve ter vontade de viver, de experimentar tudo. O jovem tem de ser audaz, criativo, jenuino. Mais cedo ou mais tarde todos morreremos e se não vivemos o suficientes morremos tristes e burros. Tudo que vivi e experimentei até agora já foi muito, mas quero mais, sou ambiciosa e orgulho-me disso.
Cada vez mais tenho a certeza de que quero mesmo realizar os meus sonhos, até mesmo os menos realistas. Não tenho muita coisa que me prenda. Tenho apenas a minha familia mas até mesmo essa me deu espaço e me incentiva a voar mais alto e mais além. Apoiam-me e acreditam em mim. Que sou capaz. Acredita mais a minha familia em mim do que os meus amigos e eu ás vezes perco mais tempo com amigos do que com a familia. Sou egoísta mesmo...
A barriga dá horas...
quinta-feira, abril 27, 2006
quarta-feira, abril 26, 2006
Palavras em vão. Gestos em vão. Tempo perdido. Sono perdido. Noite perdida. Fracasso. Imcompreensao. Tristeza. Afectividade em falta. Não houve o nós, ou se calhar houve. Impacto. Fragilidade. Falta de diálogo. Ilusão. O medo. Ficam apenas as memórias, as poucas k ainda restam. A saudade. A vontade de ir ter contigo e dizer-te o que tu adoras ouvir e que tantas vezes dissemos um ao outro. O peso da tua quase indiferença é menor, por vezes. É bom sentir-te incomodado com a minha presença. É bom quando ficas sincero. Adoro. Amo o facto de há uns tempos teres sido só meu. E agora não estás. Mas tenho fé que hás-de sofrer com os teus erros. Espero que nessa altura já não signifiques mais nada para mim. Espero que aí a superior seja eu. O orgulho não existe entre nós. Ah é verdade, não existe nós. Cada vez mais axo que nunca irá existir um nós que me inclua. Tenho saudades de amar alguém com paixão, com desejo, com vontade, com certezas. A insegurança muitas vezes não existe e a falta de afecto fala mais alto do que a razão. Caio sempre no mesmo erro e não percebo porquê.
Não há vento, não há xuva, a lágrima escorre...
Não há vento, não há xuva, a lágrima escorre...
Ontem vi-te sofrer. Não gostei do que vi porque não merecer. Gostei de ter estado lá e gostei de te apoiar porque, apesar de tudo, tu mereces isso. Estava e estou com muitas saudades tuas.. Fazes-me mesmo muita falta. Só noto a diferença quando estou contigo.
Já tinha saudades de dançar como dancei... De rir como ri... E sobretudo saudades de nós e da nossa cumplicidade..
Foi bom rever aquelas caras, tinha saudades...
Já tinha saudades de dançar como dancei... De rir como ri... E sobretudo saudades de nós e da nossa cumplicidade..
Foi bom rever aquelas caras, tinha saudades...
É a confusão instalada na minha cabeça. É o não saber o que quero ou o que é melhor para mim.
Dei-te ouvidos.. Dei-vos ouvidos..
Não sei que fazer, que dizer agora. Talvez o silêncio seja o melhor caminho neste momento.
E se me foges das mãos. Axo que não aguentaria voltar a sofrer, não por ti porque nunca sofri, mas voltar a sofrer apenas. Não quero.
Se calhar o melhor é mesmo não prender o meu pensamento a isto. Não pensar mais no que aconteceu se é que aconteceu alguma coisa.
Ainda tenho no pensamento a afirmação que fizeste. Querendo ou não foi das poucas coisas que ficou na memória. Mas não me posso agarrar a ela agora.
Talvez o tempo apague, mas no fundo não queria que assim fosse.
Tremo só de pensar que me podes esquecer, não quero que isso aconteça. Queria mais, mas também não sei mais o quê.
O sonho. O sonho hoje será melhor provavelmente. Ou então não. Não tenho sonhado, não estava nos meus planos.
Mais uma vez tenho os pés gelados...
Dei-te ouvidos.. Dei-vos ouvidos..
Não sei que fazer, que dizer agora. Talvez o silêncio seja o melhor caminho neste momento.
E se me foges das mãos. Axo que não aguentaria voltar a sofrer, não por ti porque nunca sofri, mas voltar a sofrer apenas. Não quero.
Se calhar o melhor é mesmo não prender o meu pensamento a isto. Não pensar mais no que aconteceu se é que aconteceu alguma coisa.
Ainda tenho no pensamento a afirmação que fizeste. Querendo ou não foi das poucas coisas que ficou na memória. Mas não me posso agarrar a ela agora.
Talvez o tempo apague, mas no fundo não queria que assim fosse.
Tremo só de pensar que me podes esquecer, não quero que isso aconteça. Queria mais, mas também não sei mais o quê.
O sonho. O sonho hoje será melhor provavelmente. Ou então não. Não tenho sonhado, não estava nos meus planos.
Mais uma vez tenho os pés gelados...
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